Filtro de ar do motor: como saber qual comprar e quando trocar?

Filtro de ar do motor: como saber qual comprar e quando trocar?

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Filtro de ar parece uma das peças mais simples de um carro.

Você abre um anúncio, pesquisa pelo modelo do veículo, encontra algo parecido com o filtro antigo e compra.

Mas existe uma pergunta que deveria vir antes do preço:

esse filtro é realmente o correto para o meu carro?

Um mesmo modelo de veículo pode possuir diferentes motorizações, versões e até alterações de aplicação ao longo dos anos.

Por isso, para quem pretende comprar filtro de ar pela internet ou em uma loja de peças automotivas, entender como confirmar a aplicação é tão importante quanto escolher a marca.

E existe outra questão:

por que o motor precisa desse filtro?

A resposta ajuda a entender por que uma peça relativamente barata merece atenção durante a manutenção preventiva.

Para que serve o filtro de ar do motor?

Um motor precisa admitir ar para funcionar.

Mas o ar externo não chega sozinho.

Dependendo do ambiente onde o veículo circula, ele pode carregar poeira e outras partículas que não deveriam entrar livremente no sistema de admissão.

O filtro de ar funciona como uma barreira antes que esse fluxo siga em direção ao motor.

Por isso, sua função não é simplesmente “deixar o ar limpo”.

Ele faz parte do sistema de admissão e precisa permitir fluxo adequado ao mesmo tempo em que realiza a filtragem para a qual foi projetado.

É justamente por isso que aplicação e qualidade importam.

Filtro de ar sujo aumenta o consumo?

Essa pergunta aparece muito nas pesquisas.

Um filtro excessivamente saturado pode interferir nas condições de fluxo de ar do sistema, mas seria incorreto afirmar que qualquer aumento de consumo significa filtro de ar sujo.

Consumo de combustível depende de diversas variáveis:

condições de utilização; trânsito; estilo de condução; pneus; temperatura; gerenciamento eletrônico; condições mecânicas; combustível; diferentes sensores e sistemas do veículo.

Portanto, se o carro passou a consumir mais, trocar o filtro de ar sem diagnóstico não garante que o problema será resolvido.

Por outro lado, manter um filtro saturado simplesmente porque “o carro ainda está andando” também não é uma boa estratégia de manutenção.

Quando trocar o filtro de ar?

Não existe uma quilometragem universal que sirva para todos os veículos.

O intervalo deve considerar a recomendação correspondente à aplicação e também as condições em que o automóvel trabalha.

Um carro utilizado predominantemente em ambiente com muita poeira pode submeter o filtro a condições muito diferentes de outro utilizado em ambiente menos contaminado.

Por isso, além da quilometragem, inspeções durante as revisões ajudam a acompanhar a condição do componente.

Isso é manutenção preventiva:

não esperar obrigatoriamente surgir um sintoma para descobrir que um item de desgaste já precisava de atenção.

Posso limpar o filtro de ar e colocar novamente?

Depende do tipo de elemento filtrante e das orientações aplicáveis ao produto.

No caso dos filtros descartáveis convencionais utilizados em muitos veículos, improvisar processos de limpeza pode comprometer as características do elemento.

Um erro especialmente comum é tentar recuperar filtros com jatos fortes de ar comprimido, sem considerar a construção do material filtrante.

Visualmente ele pode parecer mais limpo.

Isso não significa necessariamente que permaneça com as mesmas características previstas pelo fabricante.

Quando o elemento chegou ao momento de substituição, o correto é utilizar uma peça de aplicação adequada.

Como saber qual filtro de ar meu carro usa?

Aqui entramos no ponto mais importante para quem está pesquisando filtro automotivo para comprar online.

Comece identificando corretamente:

marca; modelo; ano de fabricação/modelo; motorização; versão, quando necessária.

Dependendo da aplicação, outras informações também podem ser importantes.

Isso ocorre porque o nome comercial do carro sozinho nem sempre identifica todos os componentes instalados nele.

Imagine pesquisar apenas:

“filtro de ar Onix”.

Existem diferentes gerações, motorizações e anos do Chevrolet Onix.

O mesmo raciocínio vale para diversos modelos Volkswagen, Fiat, Ford, Renault, Peugeot, Citroën, Toyota, Honda e outras marcas.

Quanto mais genérica a pesquisa, maior a necessidade de confirmar a aplicação antes da compra.

O formato do filtro é suficiente para identificar?

Não recomendamos utilizar apenas a aparência.

Dois filtros podem parecer semelhantes em uma fotografia e ainda assim possuir diferenças importantes de:

dimensões, encaixe, construção e aplicação.

No comércio eletrônico isso é particularmente relevante porque o consumidor não consegue colocar fisicamente as duas peças lado a lado antes da compra.

É por isso que código e catálogo de aplicação são ferramentas tão importantes.

O código do filtro ajuda a encontrar equivalentes?

Sim.

Fabricantes de filtros trabalham com referências próprias e existem aplicações que podem possuir correspondências entre diferentes marcas.

Isso permite pesquisar uma referência e verificar possíveis conversões ou equivalências de filtro.

Mas existe uma ressalva:

conversão precisa ser confirmada, não presumida.

Encontrar dois códigos associados em uma página aleatória da internet não é suficiente para garantir equivalência.

O ideal é utilizar catálogos e informações técnicas dos fabricantes envolvidos.

Essa preocupação é particularmente importante para a Griffin porque estamos ampliando nosso catálogo de filtros automotivos para venda online.

Não queremos simplesmente que alguém encontre nosso produto.

Queremos que encontre o produto correto para o veículo.

Qual a diferença entre filtro de ar e filtro de cabine?

Essa confusão é extremamente comum.

São componentes diferentes.

O filtro de ar do motor trabalha relacionado ao ar admitido pelo motor.

O filtro de cabine, também conhecido em muitas pesquisas como filtro do ar-condicionado, trabalha relacionado ao ar que chega ao habitáculo através do sistema de ventilação/climatização.

Portanto:

filtro de ar do motor ≠ filtro de cabine.

E ainda temos outros filtros no veículo, dependendo da aplicação:

filtro de óleo; filtro de combustível; filtro de cabine; filtros relacionados a determinadas transmissões.

É por isso que uma revisão com troca de filtros não deveria significar automaticamente substituir apenas o filtro de óleo.

Precisa trocar todos os filtros junto com o óleo?

Não necessariamente no mesmo intervalo.

Cada componente possui função, aplicação e plano de manutenção próprios.

O erro está no outro extremo: lembrar somente do filtro de óleo porque ele normalmente está diretamente associado à troca do lubrificante.

Recentemente mostramos justamente esse conceito em um Honda Civic atendido na Griffin, onde a manutenção preventiva envolveu óleo e os filtros correspondentes à necessidade daquele veículo.

Uma revisão adequada deve observar o conjunto e o histórico de manutenção, em vez de transformar toda visita à oficina em uma lista fixa de peças.

Filtro mais caro é sempre melhor?

Não.

Preço isoladamente não determina aplicação ou qualidade.

Existem fabricantes reconhecidos no mercado e diferentes linhas de produtos.

Para escolher um filtro, eu colocaria a ordem de decisão desta maneira:

  1. Aplicação correta. Primeiro ele precisa servir tecnicamente ao veículo.

  2. Procedência. Precisamos saber o que estamos comprando.

  3. Características e fabricante. Comparar produtos equivalentes dentro da mesma aplicação.

  4. Preço. Depois disso faz sentido comparar custo.

Fazer o processo ao contrário — encontrar o mais barato e depois tentar descobrir se serve — aumenta a chance de uma compra inadequada.

Onde comprar filtro de ar em Curitiba?

Para quem pesquisa onde comprar filtro de ar em Curitiba, existem opções tanto no comércio físico quanto no e-commerce.

A Griffin Service, no Novo Mundo, em Curitiba, além dos serviços de manutenção e diagnóstico automotivo, está ampliando sua atuação na comercialização de peças, filtros, lubrificantes e produtos automotivos através de marketplaces.

Entre os produtos que já trabalhamos estão referências de fabricantes como WEGA e MANN, além de filtros para diferentes aplicações.

Nosso catálogo continuará crescendo gradualmente.

A estratégia é combinar aquilo que fazemos diariamente na oficina com o comércio eletrônico:

identificar aplicação, entender a peça e fornecer informação técnica antes da compra.

Posso comprar peças automotivas pela internet?

Sim.

O comércio eletrônico permite pesquisar preços, marcas, códigos e aplicações com uma facilidade que não existia alguns anos atrás.

Mas existe uma diferença importante entre:

encontrar uma peça para o seu modelo de carro

e

confirmar que aquela referência é aplicável exatamente ao seu veículo.

Antes de comprar, confira as informações do anúncio e, quando existir dúvida, confirme a aplicação.

Isso reduz erros, devoluções e principalmente a instalação de componentes incorretos.

Uma peça simples ainda precisa ser a peça certa

O filtro de ar não é o componente mais caro de um veículo.

Justamente por isso, muitas vezes recebe pouca atenção.

Mas a lógica que utilizamos para peças complexas também vale aqui:

aplicação primeiro. Compra depois.

Não escolha somente porque a fotografia parece igual.

Não escolha somente porque o anúncio menciona a marca do seu carro.

E não escolha somente pelo menor preço.

Identifique corretamente o veículo, confirme a referência e utilize produtos de procedência conhecida.

Para acompanhar novos filtros, lubrificantes e peças automotivas disponíveis em Curitiba e online, acompanhe os canais da Griffin e nossa área de conteúdos técnicos.

Griffin Service Novo Mundo — Curitiba/PR Seu carro merece clareza.

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